Por: Rodrigo Silva dos Santos
terça-feira, 27 de março de 2012
Desigualdade Social
Quando se vive em um país em desenvolvimento ou subdesenvolvido, a engenharia civil apresenta um caráter muito mais social, em consequência da precária infra-estrutura existente. Na verdade, esse foi um dos motivos que me fizeram optar por engenharia civil. Acredito que como planejadores, não podemos simplesmente nos esconder em condomínios fechados e tapar os olhos para a situação, faz parte da nossa "missão" pesquisar e se interessar sobre assuntos como esse e sugerir possíveis soluções. A seguir vão algumas imagens sobre um dos piores problemas enfrentado no Brasil: a Desigualdade Social.
Por: Rodrigo Silva dos Santos
Por: Rodrigo Silva dos Santos
quinta-feira, 8 de março de 2012
Construção Civil e o meio ambiente
Uma
das maiores geradoras de resíduos, se não a maior, a construção civil
gera um volume (de entulho de construção e demolição) duas vezes maior
que o volume de lixo sólido urbano. Em São Paulo, o volume de entulho
gerado é de 2500 caminhões/dia. Já os valores internacionais oscilam
entre 0,7 a 1 tonelada por habitante/ano. É o que aponta a pesquisa
internacional realizada pela Civil Engineering Research Foundation
(CERF), entidade ligada ao American Society of Civil Engineers (ASCE),
dos Estados Unidos.
A pesquisa também aponta que a
questão ambiental é uma das maiores preocupações dos líderes mundiais do
setor, já que a crescente população do mundo propõe o desafio de a
construção civil adotar, cada vez mais, práticas sustentáveis com
estudos sistemáticos e resultados mensuráveis.
Segundo
a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD) da
Organização das Nações Unidas, prática sustentável ou desenvolvimento
sustentável é aquele que atende às necessidades presentes sem
comprometer a possibilidade de que as gerações futuras satisfaçam as
suas próprias necessidades. Em poucas palavras, vivemos um momento de
delicado equilíbrio entre o desenvolvimento econômico, o uso racional
dos recursos naturais e a qualidade de vida.
O
Brasil, seguindo a tendência externa, parece caminhar na direção do
desenvolvimento sustentável. Prova de que o Brasil tem avançado na seara
da construção civil e dos empreendimentos imobiliários é a presença
maciça de empresas nacionais em obras mundo afora – Angola, Iraque,
Venezuela, Argentina, Estados Unidos, Portugal, entre outros países. E
esses países levam muito em consideração as “práticas verdes”.
Na construção civil internacional, a tendência de
considerar o meio ambiente já está presente não só pela escassez de
recursos, que exige melhor controle e uso racional dos materiais, mas
pelas leis e normas a serem seguidas.
Hoje, podemos
notar mudanças positivas no cenário nacional: desenvolvimento de
infra-estrutura eficiente para o uso racional dos recursos naturais,
utilização de materiais ecologicamente corretos, maior participação e
responsabilidade dos construtores em alterar o mínimo possível o
ambiente nas soluções de desenvolvimento sócio-ambiental. Mas ainda não
são mudanças suficientes. Urge a formatação de uma legislação que
incentive as iniciativas, os mecanismos para a gestão de edificações
sustentáveis e o gerenciamento do ciclo completo destes produtos. As
preocupações devem começar desde o projeto, transcorrer durante a
construção até sua utilização, e destinar adequadamente os resíduos
sólidos, que são inevitavelmente gerados.
A
construção civil mundial utiliza uma elevada quantidade de recursos
naturais. Em razão disto, o setor pode exercer um importante papel na
preservação do meio ambiente e contribuir para a redução de problemas
sérios, como o aquecimento global.
Por: Diego
Fonte: http://www.sunnet.com.br/home/Noticias/Construcao-Civil-e-o-meio-ambiente.html
Guia de carreiras: engenharia civil
Em tempos de crescimento de investimentos em infraestrutura e obras
para as Olimpíadas de 2016 e para a Copa do Mundo de 2014, faltam
engenheiros no mercado. Este é o alerta da coordenadora do curso de
engenharia civil da PUC-Rio, Michele Dal Toé Casagrande, que afirma que a
maioria dos estudantes já saem das salas de aula com carteira assinada.
“Os alunos, em torno do quarto ano, do nono semestre, já saem
praticamente empregados. A gente não tem casos de recém-formados
desempregados. O mercado da engenharia civil é muito relativo com a
questão de governo, de investimento em grandes obras”, diz Michele.
A professora conta que o mercado oferece uma gama ampla de
oportunidades. Os profissionais podem trabalhar tanto no setor público,
com obras públicas nas esferas municipais, estaduais e federais, como no
privado, além da possibilidade de seguir a carreira militar. Dentro das
Forças Armadas, a maioria das vagas se localiza no Exército, mas também
há oportunidades na Marinha e na Aeronáutica, segundo a engenheira.
Porém, para atuar neste mercado, é preciso saber trabalhar em grupo. “O
engenheiro civil não pode ser individualista, ele tem que saber
trabalhar em equipe. Ele pode trabalhar tanto internamente em
escritórios, com projetos, como também em campo”, afirma Michele.
FormaçãoO curso de graduação em engenharia civil tem a duração de cinco anos. Os dois primeiros são dedicados à construção de uma formação mais sólida nas áreas de matemática e física, que são a base do conhecimento do engenheiro e ajudam a melhorar o raciocínio lógico que será utilizado pelos profissionais em campo. Nos outros três, os alunos passam para a parte profissional e estudam os segmentos específicos da carreira, como as áreas hidráulica, estrutural e de geotecnia.
O trabalho em laboratórios realizado durante o período na universidade
pode dar uma noção de como será a vida do engenheiro e auxiliar o
estudante a optar por um segmento de preferência dentro da engenharia
civil.
Após a graduação, caso deseje voltar a carreira para as aulas em
universidades e a realização de experimentos, o engenheiro pode optar
por um mestrado e, se ainda quiser continuar o estudos, um doutorado.
Mas, segundo Michele Dal Toé Casagrande, antes de escolher um caminho, é
interessante experimentar tudo o que a engenharia civil pode oferecer.
Ela usa a sua própria trajetória para exemplificar: “Eu me formei em
engenharia civil e fiz estágios em diversas áreas: em projetos, em
hidráulica, em acompanhamento de obras e decidi pela geotecnia, que
envolve fundações, tudo relacionado a solos e rochas, para a construção
de estradas. Depois eu fiz mestrado e doutorado para poder atuar como
acadêmica em geotecnia.”
Com base em observações do mercado, a professora afirma que o salário
inicial varia bastante, dependendo da função que ele ocupa e se ele
trabalha como autônomo, na área pública ou em alguma empresa, mas
estaria na faixa entre R$ 4,5 mil a R$ 6 mil. Em São Paulo, o Conselho
Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo
(Crea-SP) estabelece como piso salarial o valor de R$ 3.270 (seis
salários mínimos) para seis horas de trabalho.
Por: Diego
Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/guia-de-carreiras/noticia/2011/07/guia-de-carreiras-engenharia-civil.html
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